TEP - Estados pró tromboticos

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As duas mutações genéticas autossômicas dominantes mais comuns são o fator V de Leiden, que causa resistência ao anticoagulante endogeno,  proteína C ativada (que inativa os fatores da coagulação V e VIII), e a mutação do gene da protrombina, que aumenta a concentração plasmática de protrombina

A antitrombina, a proteína C e a proteína S são inibidores da coagulação de ocorrência natural.

A síndrome do anticorpo antifosfolipídio representa a causa adquirida mais comum de trombofilia e está associada a trombose venosa ou arterial.

Outros fatores predisponentes comuns incluem câncer, obesidade, tabaco, hipertensão arterial sistêmica, doença pulmonar obstrutiva crônica, drc, tranfusão sanguínea,  viagens aéreas de longa distância, poluição do ar,  contraceptivos orais, gravidez, reposição hormonal após a menopausa, cirurgia e traumatismo.

Fisiologia

As anormalidades mais comuns da troca gasosa são hipoxemia arterial e aumento do gradiente de tensão alveolo-ar­arterial de O2, que representa a ineficiência da transferência de O2 através dos pulmões.

O espaço morto anatômico aumenta, visto que o gás respirado…

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